quarta-feira, outubro 13, 2010

Poetas



Poetas são estrelas
são cometas errantes
asteróides sem destino
deixam transpirar de emoção.
Poetas são extraterrestres
Respiram as palavras
transpiram instantes vividos
vivências sentidas
emoção do seu coração
Poetas são espelhos
refletindo sua alma
ao escrever o que pensam
seus versos vomitam a alma
seus sentimentos e suas contradições.
Poetas alimentam-se de vida.
alimentam-se dos seus desejos sanos
e até mesmo dos seus sonhos insanos
Mastigam...ruminam verdade...
transpiração da alma pura
Poetas estão e são ávidos
pontuam o ponto
sem final nem solução.
Poetas simplesmente deslizam
pontilham reticências,
transcrevem ingenuidade
conflitam ciência com magia...
infinitos pontos de interrogação.

quinta-feira, setembro 23, 2010



Quero apenas cinco coisas..
Primeiro é o amor sem fim
A segunda é ver o outono
A terceira é o grave inverno
Em quarto lugar o verão
A quinta coisa são teus olhos
Não quero dormir sem teus olhos.
Não quero ser... sem que me olhes.
Abro mão da primavera para que continues me olhando.


Quando eu quero escrever,
eu fecho os olhos
e penso logo em você
és minha mais doce
fonte de inspiração
fazes me imaginar
E começo a ver todos os verbos dançando,
valsando para lá e para cá
adjetivos fazem cirandas.
substantivos se beijam.
Uns aos outros,
como se assim nascesse a poesia
Mas, quando abro os olhos,
coloco no papel o que vi
o que senti com o coração
é tão lindo,
é tão grandioso,
é tão belo,
escrever sobre o amor...
sobre a felicidade eterna
a inspiração também brota
transpira de todos os poros
os mais belos sentimentos
sentidos...vividos...
imaginados aqui
em nosso mundo...
Assim nascem as mais belas
as mais doces poesias de amor
Versos dedicados
aos corações apaixonados.

domingo, setembro 05, 2010





Eu pretendia escrever uma canção
Falando em coisa que jamais alguém falou,
Deixar de lado as coisas do coração e que
Por ti o meu pranto já rolou
Fiz um pedaço de poema tão bonito
Que até a própria natureza me invejou,
Mas quando fui concluir o meu trabalho
Infelizmente meu talento fraquejou

Sinceramente compreendi minha querida
Que tu és em minha vida minha glória,
Minha fé e que sem ti sou um poeta sem
Valor porque sem o teu amor nem verso
Meu verso é.

Alguma coisa atormentou meu pensamento
E eu não pude terminar minha canção
Fui obrigado a recordar certos momentos,
Cheguei até a chorar de emoção e o
Pedaço de poema tão bonito, em
Pedacinhos, rasguei e joguei ao chão
Porque meus versos jamais seriam
Completos sem tua imagem que é
A minha inspiração.

Foi muito bom. eu e meu amor no Show do Bruno e Marrone.

segunda-feira, agosto 23, 2010



É assim que te quero, amor,
assim, amor, é que eu gosto de ti,
tal como te vestes
e como arranjas
os cabelos e como
a tua boca sorri,
ágil como a água
da fonte sobre as pedras puras,
é assim que te quero, amada,
Ao pão não peço que me ensine,
mas antes que não me falte
em cada dia que passa.
Da luz nada sei, nem donde
vem nem para onde vai,
apenas quero que a luz alumie,
e também não peço a noite explicações,
espero-a e envolve-me,
e assim tu pão e luz
e sombra és.
Chegastes a minha vida
com o que trazias,
feita
de luz e pão e sombra, eu te esperava,
e é assim que preciso de ti,
assim que te amo,
e os que amanhã quiserem ouvir
o que não lhes direi, que o leiam aqui
e retrocedam hoje porque é cedo
para tais argumentos.
Amanhã dar-lhes-emos apenas
uma folha da árvore do nosso amor, uma folha
que há-de cair sobre a terra
como se a tivessem produzido os nosso lábios,
como um beijo cai­do
das nossas alturas invenciveis
para mostrar o fogo e a ternura
de um amor verdadeiro.



Tantos sonhos em meu peito se despertam,
E a alma já não morre prematura.
Tenho a febre dos que amam em demasia.
Recubro-me dessas flores em candura,
E deixo-me levar ao som da mais bela melodia.

Sinto-me reviver em novos ares,
E alma desejosa queima em chamas,
Já não há em mim lamentos ou pesares,
Só quero ouvir de ti o quanto me amas.

E enquanto o tempo se desdobra,
E as auroras me trazem aquilo que já sei,
Irei deixar-te os versos que a esta folha sobra,
Para que saibas que cumpro o que um dia lhe jurei.

Pudera eu adiantar o dia do nosso beijo esperado,
E dizer-te sem demora desse meu desejo insano,
Que viveria e morreria contente ao teu lado,
Dizendo-te mil vezes: Eu te amo! Eu te amo!

quarta-feira, agosto 18, 2010



"Existem caminhos para quem quer caminhar.
Existem caminhos para qualquer lugar.
Caminhos escuros, perigosos, trilhas estranhas,
e estradas largas cruzando planícies tamanhas
Que nunca se sonhou poder atravessar.

Existem caminhos verdejantes e belos
que nos levam de castelo em castelo,
de covil em covil, através dos bosques
cheios de fadas e feras, terras das hostes
das pessoas feitas de sonhos, imaginárias...

Existem caminhos sempre
Basta persistir e seguir.
Os Deuses da estrada abençoam
aquele que não se deixa cair.

Eu só quero encontrar o jardim
no qual eu possa me deitar e sonhar..."

segunda-feira, agosto 09, 2010



Eu te amo
Em todos os ventos que cantam,
Em todas as sombras que choram,
Na extensão infinita do tempo
Até a região onde os silêncios moram.

Eu te amo
Em todas as transformações da vida,
Em todos os caminhos do medo,
Na angústia da vontade perdida
E na dor que se veste em segredo.

Eu te amo
Em tudo que estás presente,
No olhar dos astros que te alcançam
Em tudo que ainda estás ausente.

Eu te amo
Desde a criação das águas,
desde a idéia do fogo
E antes do primeiro riso e da primeira mágoa.

Eu te amo perdidamente
Desde a grande nebulosa
Até depois que o universo cair sobre mim
Suavemente.

quarta-feira, julho 21, 2010

Sonhos




Tantos sonhos em meu peito se despertam,
e a alma já não morre prematura.
Tenho a febre dos que amam em demasia.
Recubro-me dessas flores em candura,
e deixo-me levar ao som da mais bela melodia.
Sinto-me reviver em novos ares,
e a alma desejosa queima desesperada,
já não há em mim lamentos ou pesares,
só quero ouvir de ti o quanto sou amado.
E enquanto o tempo se desdobra,
e as auroras me trazem a paz e o encanto,
irei deixar-te os versos que a esta folha sobra,
Para que saibas que és tu que quero tanto.

terça-feira, julho 20, 2010



De novo, estamos em nosso mundo,
feito das cores que nós escolhemos.
As nossas canções estão tocando
e o vento anuncia uma chuva nova, calma e serena.
Contemplamos os pingos beijarem a terra, dando-lhe vida.
As flores se chocam, balançadas pelo vento harmonioso
que se expande por entre as árvores lavando as folhas,
e recobrindo-as de brilho. Tudo se renova.
Mais uma vez te beijo, toco seu rosto e agradeço por tê-lo junto de mim.
Eu sei o quanto será complicado,
mas, quando estou aqui diante de você, estou diante de mim.
Encontro meu “eu” que tantas vezes, saiu por aí
à procura de amores que me fizeram
enxergar que o Amor, não vaga à solta e sem rumo...
O amor está guardado onde menos esperamos:
Na chuva boa.
No dia novo.
Na flor pequena
No sorriso à toa
No abraço de saudade
No vento que soa
No gesto de bondade
No carinho sincero
No beijo roubado.
Em você que eu quero
e sempre tenho ao meu lado.

segunda-feira, julho 19, 2010

sexta-feira, julho 16, 2010

Confissões




Eu não sei caminhar junto à sanidade,vezes, rogada em desespero.
Eu tenho cicatrizes na alma e um coração que ama e odeia.
Eu pequei quando disse da quietude que eu não sou.
Meu crime jamais terá perdão, pois vivo disso e nada será diferente.
A minha paz repentina me distrai.
Meu desespero acalma-me sempre que preciso.
Do alto, vejo as candeias luminosas que me guiam.
Eu sou esse sopro do vento contrário das horas frias.
Eu sou a alegria estampada num rosto que não sorri.
Não sei quem sou e me conheço muito para afirmar isso.
Contraditória alma minha, por que me minto?
Não vês que eu só vivo a escrever de ti o que eu sinto?
Por que ainda sinto em desespero uma falta que não me falta?
Os versos, os livros e as rosas... Onde estão guardados?
Eu preciso apiedar-me de sossego e escrever sobre tudo isso.
Oh! Deus, tu que me fizestes assim, soubeste certamente o que fazias.
Resta-me sentar nas escadas que dão aos céus.
Porque o inferno eu já conheço de passagem.
Restam-me novamente clamores de paz pra que tu ouças.
Eu não tenho cura, mas tenho tratamento.
Queria eu não ser feita de sentimentos tantos.
Eu choro em meio a risos e risos são meus prantos.
Eu sou poeta e sofro das minhas quietas intranquilidades.
Eu sou poeta e vivo tão somente de versos, mentiras e verdades.

Almas



Almas vazias.
Barcos abandonados.
Corações calados.
Onde o humano se perdeu?
As ruas estão cheias de rostos iguais.
Tudo parece ermo e vago.
Tênue e longe.
Todos caminham como se sentissem sono.
Carregam uma alheia mágoa.
Inclinam-se a haste da tristeza.
Arrastam correntes enferrujadas.
Do meu lado a eterna angústia da revolta.
Às vezes não me entendo comigo.
Tivesse eu a dosagem certa,
do remédio que curaria todas as dores.
Mas, sou poeta que admira o vento.
O dobrado das folhas douradas do trigo.
As cicatrizes dos antigos arvoredos.
As libélulas soltas nas superfícies dos lagos.
As crianças que ainda brincam descalças.
Os velhos que contam as mesmas histórias.
A chuva que beija a terra tranquila.
O sol que é comum e bom, todos os dias.
E nessa minha poesia, regada do simples,
meus olhos enxergam a grandeza de tudo
nesses pequenos acontecimentos de vida.

Caminhos



De noite, amada, amarra teu coração ao meu
e que eles no sonho derrotem
as trevas como um duplo tambor
combatendo no bosque
contra o espesso muro das folhas molhadas.
Noturna travessia, brasa negra do sonho.
Interceptando o fio das uvas terrestres
com pontualidade de um trem descabelado
que sombra e pedras frias sem cessar arrastasse.
Por isso, amor, amarra-me ao movimento puro,
à tenacidade que em teu peito bate.
Com as asas de um cisne submergido,
para que as perguntas estreladas do céu
responda nosso sonho com uma só chave,
com uma só porta fechada pela sombra.

quinta-feira, julho 01, 2010

AmOr




Amo-te tanto,meu amor...não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim,de um calmo amor prestante
E te amo além,presente na saudade
Amo-te enfim com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho,simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtudes
Com um desejo maciço e permanente.

E de ter amar assim,muitoe amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

AMOR É SÍNTESE



Por favor, não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu.
Se ninguém resiste a uma análise profunda,
Quanto mais eu...

Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor.

Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei o perfeito amor.